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O Marketing Contábil É A Estratégia Definitiva Para Você Melhorar Seus Resultados Mesmo Em Tempos De Crise!

O Marketing Contábil É A Estratégia Definitiva Para Você Melhorar Seus Resultados Mesmo Em Tempos De Crise!

Entenda Como O Marketing Contábil Pode Ajudar A Sua Empresa A Superar Um Dos Maiores Desafios Que Já Encontrou Pela Frente!

Antes de qualquer coisa, você precisa entender que o marketing contábil é muito mais que uma forma de aumentar os ganhos, os resultados na internet e a visibilidade de uma empresa contábil. 

Eu estou falando de um acréscimo de fontes de possibilidades, ou seja, você não só vai conseguir melhorar tudo o que diz respeito à sua potência competitiva, mas vai abrir caminhos que nunca pensou que existissem.

Então, leve em consideração que não é uma coisa fácil ou simples e que os frutos não vêm do dia para noite. Se você não se esforçar e encontrar e a estratégia certa com os profissionais certos, vai ser tudo em vão.  

Agora, você vai ver que tudo no marketing contábil se baseia em dados, porque tem gente que acha que nós nos baseamos em feeling, que a inspiração surge do nada e principalmente que as coisas são feitas na base do achismo, mas esse não é o caso.

É claro que muitas ideias surgem no meio da noite e a gente precisa sair correndo para anotar, porque, no futuro, geralmente, são essas ideias que todo mundo considera loucura, que salvam um monte de empresas por aí.

Bom, fatos à parte, acho que eu já falei demais e, se continuar, você não vai ter muito tempo para entender o conceito completo e alguns pontos principais que, se forem ignorados, nem o próprio Kotler consegue um bom retorno.

Os conceitos

O marketing contábil digital é uma junção dos conceitos de marketing que surgiram sabe Deus quando e das novas possibilidades que a era digital trouxe para a gente por volta da década de 1960. 

Como eu disse antes, o marketing contábil, como conceito geral, ainda não foi datado, mas os primeiros artigos que falavam sobre a utilização dele apareceram por volta da década de 1940.

Então, desde que tudo isso surgiu e foi evoluindo, além de dar espaço para outras funcionalidades que cabem no guarda-chuva do marketing contábil, como a publicidade crua – que se você tem mais de 40 anos, vai se lembrar.

É legal a gente se lembrar que isso tudo está incluído no guarda-chuva da administração. Ou seja, de uma maneira ou de outra, a contabilidade e o marketing contábil tem um certo parentesco. 

Então, pegando esse gancho… 

Eu vou falar agora um pouco sobre a importância do marketing contábil nos dias de hoje, mas, principalmente, neste momento complexo pelo qual a gente está passando.

Na realidade, o momento que estamos enfrentando não é assim tão complicado quando você tem o auxílio do marketing contábil, até porque as pessoas estão utilizando principalmente a internet para conseguir gerar mais lucros e ganhos. Afinal, está todo mundo em casa e os negócios mais tradicionais… eles estão, infelizmente, estão ficando para trás. 

Outro ponto legal e que é preciso ter atenção, é que, independente da situação, o marketing contábil é capaz de te manter à frente. É fácil a gente observar isso porque a internet é Mundial e sempre vai gerar visibilidade.

Então, vamos lá…

O surgimento da internet foi, sem dúvida nenhuma, uma das maiores revoluções da humanidade, até porque, até então, tudo era no boca-a-boca e até o marketing contábil que já era feito ao redor do mundo era totalmente pelas mídias tradicionais… a gente tinha a publicidade que era feita em jornais, na televisão… e ela conseguia atingir uma grande parcela da população. 

Inclusive eu acredito que a publicidade vendia muito mais nos moldes antigos. 

Eu falo isso porque, hoje em dia, as pessoas têm muito acesso à informação e isso só veio com a internet.  

Mas o grande problema – o que acontecia antigamente – é que, na realidade, era impossível mensurar os resultados. Isso é o que a gente chama de outbound marketing – uma outra vertente que se usa no marketing contábil também -,  que, depois, migrou para o inbound  e possibilitou que a gente tivesse não só controle dos resultados, mas controle dos dados, e usasse isso para melhorar todas as estratégias e, consequentemente, gerar mais resultados para os clientes.

Hoje, o marketing contábil é um braço muito forte de todas as grandes empresas. 

Para você ter uma ideia, um dado de 2017 mostrava que 92,1% das empresas estavam presentes nas redes sociais e, em 2020, esse número passou para muito próximo dos 100%. 

Ou seja, se esse tipo de estratégia fosse ruim, a gente não teria tantas empresas aderindo a essa nova possibilidade de ganhar clientes – o marketing contábil funciona!

Uma outra pesquisa que saiu recentemente, mostra que mais de um terço dos gestores de marketing contábil acreditam que, nos próximos 5 anos, o ambiente digital vai ser responsável por mais de 75% dos investimentos de todas as empresas do mundo.

Ou seja, ou você começa rápido ou você simplesmente vai ficar para trás.

Então, para você não ficar para trás, hoje eu vou falar um pouco sobre planejamento de marketing contábil e sobre algumas estratégias que já faziam muito sentido antes, mas hoje, com essa crise gigante, fazem ainda mais.

O marketing contábil e o conceito de público-alvo

O conceito de público-alvo é uma coisa que causa uma certa dúvida nas pessoas, porque a grande maioria delas pensa que nichar o mercado de atuação já é fazer a definição de um público-alvo… 

 

Mas, não é bem assim que a coisa funciona. Até porque, o público-alvo não pode ser uma empresa, mas deve ser um segmento da sociedade.

 

Então, a gente pode dizer que quando você trabalha com indústrias, por exemplo, o seu público-alvo não é a empresa, mas o proprietário dela – ou, caso você não tem acesso a ele, a pessoa que faz a gestão.

 

Sendo assim, é fácil guardar isso na mente por conta da palavra “público”… 

 

A gente pode usar um exemplo bem simples para você nunca mais esquecer: imagina que você está fazendo uma peça de teatro e que você passou a vender ingressos… quem vai a essa peça de teatro – mesmo que uma empresa tenha dado os ingressos de presente para os seus funcionários – não é o prédio do negócio, mas sim os funcionários, logo, o público só pode se composto por pessoas.

 

Então, se você achava que tinha um público-alvo e acabou de descobrir que, na realidade não tinha, pega aí um papel e uma caneta que eu vou te ensinar  a forma certa de definir e nunca errar o posicionamento das  suas futuras campanhas.

Mas, antes, um adendo…

É interessante lembrar que tudo no marketing contábil se baseia no conceito de público-alvo, até porque, sem isso, seria impossível saber o problema ou desejo que o seu futuro cliente tem, da mesma forma que seria impossível entender a real situação que levou ele àquele problema.

Então, vamos lá, porque, agora, eu vou te ensinar a definir o público-alvo da sua empresa contábil. 

E lembre-se: quanto maior o número de informações e mais completo e verdadeiro for perfil definido, maior é a chance da sua empresa manter um bom relacionamento com os clientes dela.

Aliás, é sempre bom lembrar que a pesquisa deve ser muito aprofundada para você conseguir atingir em cheio a parcela de pessoas que você tá atrás.

Por isso, se você já tem clientes nesse segmento de mercado, você pode conversar com eles e pedir que te ajudem respondendo algumas perguntas básicas. Mas, antes, é necessário que você responda perguntas sobre o seu próprio perfil e serviço. 

Então, bora lá!

A primeira coisa que você precisa entender é como o seu serviço pode ajudar uma empresa e, logo, o seu público-alvo. 

É claro que para você isso vai ser muito fácil, mas se não for, é só pensar em todos os resultados que já levou para pessoas e empresas ao longo do tempo com o qual você trabalha no ramo da contabilidade.

Depois disso, é a hora de entender quem é o seu perfil de cliente, ou seja, o tipo de cliente que você quer que possa falar para os outros que tem você como contador – e isso é uma coisa muito importante, porque não é o empresário que escolhe o contador, mas o contador que escolhe o empresário… é bem parecido com aquele filme do Harry Potter que a varinha escolhe o bruxo 😂. 

Então, é bom você reunir algumas informações: 

  • faturamento da empresa ideal;
  • quantidade de funcionários;
  • segmento de atuação;
  • potencial de crescimento e outros pontos.

Eu sei que pode parecer estranho dizer que é você quem decide pelo cliente, mas, no futuro, isso vai impactar tanto no seu posicionamento de mercado quanto na visão que as outras empresas têm do seu negócio. 

Imagine só se você não consegue levar os resultados que a empresa precisava porque o gestor ou dono era uma pessoa que não fazia um trabalho a 4 mãos, não dava as informações necessárias ou não cumpria prazos… quem vai ficar com o nome sujo no mercado é você, não ele.

Então, depois que você já tiver todas as informações sobre esse seu cliente ideal e sobre como o seu serviço vai mudar a vida dele, é hora de reunir as informações que vão compor, de verdade, o seu público-alvo.

Para isso, você vai considerar alguns pontos bem específicos e outros nem tanto, mas o que for muito específico vai compor a persona (que é o nosso próximo tópico).

Anota aí…

Para conseguir definir a persona do seu escritório contábil, você vai precisar seguir esse tutorialzinho:

Entender o mercado antes de mais nada, porque, apesar de atingir um segmento inteiro com o seu público-alvo, ainda existem variações infinitas que você pode considerar para usar diferentes gatilhos, e assim, conseguir mais resultados.

Depois…

Você vai precisar ter em mente cada uma das particularidades que compõem a sua audiência e, colocar isso no papel vai te ajudar a conseguir um overview claro e definitivo.

Então, considere esses dados que eu vou abaixo:

  • Idade;
  • Sexo;
  • Formação educacional;
  • Poder aquisitivo;
  • Classe social;
  • Localização;
  • Hábitos de consumo;

Pode acreditar que conhecer cada um desses pontos vai te permitir falar diretamente com aqueles que querem comprar os seus serviços e, mesmo aqueles que não querem, você vai conseguir convencer, porque sabe sobre coisas que ele nem imagina. 

Agora, não basta ter um público-alvo definido, porque, assim como você percebeu, ele não tem uma cara – não dá para pensar numa pessoa sem cara e sem nome, não é mesmo? 

Então, é aí que entra o conceito de persona que a gente vai entender agora!

Persona

A persona, diferente do público-alvo, não vai considerar informações tão genéricas. 

Mas, antes de eu te ensinar como fazer as suas da forma certa, a gente vai entender o conceito que é bem parecido com o assunto anterior, mas não se engane, de igual eles não têm absolutamente nada!

A persona é uma representação fictícia de um usuário real (eu estou falando em usuário porque estamos falando do marketing contábil digital, mas, em todo caso, é sobre os seus prospects ou futuros clientes).

Então, é necessário levar em conta que ela é usada durante todo  o processo de divulgação, mas, principalmente, no início. Afinal, se você, não souber para quem está direcionando as suas ações, é melhor nem gastar o seu tempo ou dinheiro com isso, porque o resultado não vai vir e, depois, você vai se lamentar porque perdeu recursos bem valiosos.

Aliás, é por isso que eu falei antes que, sem conhecer algumas questões básicas, nem mesmo o próprio Kotler conseguiria resultados de verdade. Ou seja, todo mundo que consegue melhorar o seu desenvolvimento empresarial através do marketing contábil segue um checklist simples que aborda todas as fases de uma ação… e a persona é uma das principais.

Mas, voltando ao foco… 

A persona representa o seu cliente ideal, enquanto o público-alvo é uma representação clara e baseada em dados sobre as pessoas que você já atende e, consequentemente, já conquistou.

Sendo assim, acho que é bem legal retomar o fato de que a sua persona é a única de todas as fases que realmente vai ter identidade. 

Ela precisa disso, afinal de contas, é com ela que você vai conversar quando estiver construindo um texto para nutrir a sua base de leads, são as objeções dela que você vai ter que quebrar quando fizer uma copy, carta de vendas ou oferta irresistível… enfim, todas as suas ações vão precisar conversar entre si, já que uma única pessoa em específico vai ser atingida por absolutamente todas elas.

E pode parecer difícil de entender que, no marketing contábil, tudo vai chegar em uma única pessoa, mas pode acreditar que, conforme ela for transitando entre todas as fases do funil de vendas, seus materiais vão chegar ao longo do tempo, e se eles não forem capazes de fazer a persona relembrar todas as fases que ela já passou, é provável que o processo tenha falhado e ela deixe de ser uma oportunidade de venda.

Eu vou esclarecer isso um pouco melhor… 

Pensa nisso: 

“Eu estou pensando em começar a trabalhar com um serviço que, antes, o meu escritório de contabilidade não oferecia… o BPO financeiro, por exemplo. Mas eu não sei quais pessoas procuram por isso, apesar de entender que absolutamente todas as empresas precisam de um departamento financeiro mais estruturado e que consiga dar conta do recado para, no fim, não fazer o negócio ir à falência.

Bom, nesse caso eu tenho dois caminhos que posso seguir: o primeiro é colocar todo o meu dinheiro em um uma caixinha de papelão, acender uma fogueira e jogar – mas eu nunca vi ninguém escolhendo isso. 

A segunda opção é fazer o estudo da persona e entender quais são os principais problemas do Jorge, por exemplo, para ele precisar do auxílio de um departamento financeiro externo que consiga organizar a rotina da empresa.”

Ficou mais claro, né?!

Então, agora eu vou mostrar para você um exemplo de persona que eu fiz e, logo depois, vou mostrar passo a passo para compor a sua própria.

Adriana, a administradora

Diretora

Empresa: Supermecado

Idade: 37 anos

Genêro: Feminino

Educação: Ensino superior

Mídias: Usa frequentemente redes sociais como o Facebook, Instagram e Twitter. 

Busca por insights e soluções para o seu negócio em blog posts, preferencialmente do SEBRAE, assiste vídeos de empreendedores influencers no setor, mas também curte passar um tempo vendo vídeos de entretenimento no Youtube. 

Em questões relacionadas a problemas fiscais ou contábeis, realiza uma breve busca na internet acessando os posts que estão melhores ranqueados nos mecanismos de busca.

Objetivos: Aumentar o seu faturamento mensal sem que precise aumentar sua carga

horária de trabalho, que já é extensa, almeja conquistar a confiança do público-alvo local,

uma vez que diretamente ou indiretamente possui uma grande quantidade de

concorrentes. Busca por soluções de diminuir seus custos e oferecer preços mais

vantajosos aos seus consumidores.

Desafios: Tem que encarar muitos concorrentes, o que ocasiona em uma briga constante

pela melhor precificação. Possui um alto faturamento, porém muitas despesas. É

obrigada a ter um conhecimento profundo do seu público-alvo para que suas estratégias

de marketing sejam efetivas e não gerem despesas.

Como minha empresa pode ajudá-la: Com o auxílio da XPTO Contabilidade, a Adriana

pode reduzir drasticamente sua carga de impostos, visto que, seu Regime Tributário não

é o mais vantajoso ao seu modelo de negócio. 

Outra vantagem que Adriana conquista ao contar com a ajuda da XPTO Contabilidade é a maior facilidade na administração do seu negócio, maior tempo para concentrar-se no operacional do supermercado e maior segurança na gestão das suas finanças.

Bem fácil, né?!

Então, agora que você já tem o exemplo, vamos montar a sua!

Pega aí o papel e a caneta e anota tudo!

Todo o passo a passo de definição da persona vai ser baseado em dados claros e concisos que você pode conseguir fazendo uma pesquisa quantitativa de mercado. 

Aliás, acho que vale dizer que essas informações não precisam ser captadas necessariamente por você ou pela sua equipe… existem várias empresas que fazem esse tipo de job e, apesar do preço um pouco salgado, vão conseguir ótimos dados.

Então, a partir daqui, vamos considerar as questões que precisam ser respondidas para a persona:

  • Idade;
  • Gênero;
  • Estado civil;
  • Escolaridade;
  • Profissão;
  • Empresa;
  • Cargo;
  • Hábitos;
  • Gostos e preferências;
  • Estilo de vida;
  • Frustrações e Dores;
  • Necessidades;
  • Desafios no trabalho e na vida pessoal;
  • Objetivos de vida;
  • Inspirações;
  • Quais redes sociais utilizam;
  • Mídias e formatos de conteúdo favoritos;
  • Principais tecnologias utilizadas;
  • Por onde costumam se informar;
  • Assuntos de interesse;
  • Principais influências;
  • Quais as empresas que consomem seus produtos e serviços.

Feito isso, é hora de começar a desenvolver a análise de dados para entender quais das pessoas que responderam a sua pesquisa servem como seu público ideal, mas… 

Você tem que se lembrar do que eu falei antes sobre o público-alvo… nunca é o cliente que te escolhe, e sim você que escolhe ele. Essa dica vale aqui também, porque, se você acabar escolhendo o perfil errado, não vai ter como alcançar os objetivos que definiu e/ou vai precisar fazer todo o estudo de novo, ou então não vai ter mais opções.

Por isso, vale a pena gastar um pouco mais de tempo e definir a persona certa. 

Quando tiver terminado a captação e a análise dos dados, é só montar o perfil, igualzinho àquele que eu mostrei para você agora há pouco.

Marketing contábil de conteúdo

Mesmo que muita gente acredite que marketing contábil é apenas aquelas coisas que você vê na televisão e na rua, ele vai muito além do que é o simples “oi, compra isso aqui porque você, com certeza, precisa!”…

O marketing contábil se manifesta de diferentes formas no seu cotidiano e você não percebe.

Como no Grupo DPG a gente tem como principal foco o marketing contábil de conteúdo, é sobre ele que eu vou falar agora.

Então, como conteúdo, você precisa entender que é qualquer informação que o seu público-alvo precisa. Ou seja, você precisa criar meios de fornecer as respostas que as empresas que você quer atingir necessitam para evoluir ao longo do tempo e se manter de pé.

“Ah, Marta! Mas como é que eu vou fazer isso?”

Não é difícil, na verdade. O segredo mesmo eu vou te contar mais tarde, mas, antes de tudo, você precisa entender que conteúdo é um conceito muito amplo, e que é possível tirar proveito de todas as possibilidades que ele te abre.

Sendo assim, você pode fazer vídeos explicando e tirando diversas dúvidas que o seu público-alvo tenha – lembrando que tudo precisa ser focado no seu público-alvo e na sua persona, caso contrário, você só estará atirando no escuro, e isso não vai te trazer nenhum resultado -, você pode também criar artigos, eBooks, infográficos, webinars, listas, passo a passo, podcasts e muitos outros.

Mas, o que isso tudo pode te trazer em troca? 

Afinal, você não pode ficar por aí escrevendo um milhão de artigos, por exemplo, e não ter ideia de como conversar com a sua persona da forma certa para que, finalmente, ela se torne seu cliente.

E á aqui que vem o segredo que eu mencionei no começo!

Você não vai, simplesmente, falar sobre o que é e qual a importância de um assunto e pronto – até pode, na verdade, mas esse conteúdo não é feito para vender de primeira, somente para informar o seu leitor sobre o ponto que, apesar de parecer bobinho, é algo valioso e ainda vou explicar porquê -, afinal, se quiser vender e seu leitor já está querendo resolver o problema que você propôs, é hora de ser mais “agressivo”.

E não, não estou falando de usar a força 😂!

Mas sim, ser persuasivo! No marketing contábil de conteúdo, a gente tem um conceito maravilhoso chamado “copywriting”, que nada mais é do que a escrita persuasiva em ação no seu texto, áudio, vídeo, etc.

Assim, você pode atrair o seu leitor para o assunto com uma promessa – e a promessa precisa ser real, afinal, não adianta nada você prometer o céu e a Terra se não puder entregar isso – e, obviamente, a solução está nos seus serviços.

Você pode ver que, aqui no blog da DPG, existem vários artigos nos quais eu faço promessas no título e, ao longo do texto, argumento e faço com que o meu leitor entenda que a única forma de ele conseguir atingir a promessa que eu fiz no começo é pelo marketing contábil digital – o serviço que eu ofereço. Afinal, essa é a mais pura verdade.

O Marketing Contábil é FOD*!

Então, contador, você precisa se armar dos conteúdos para fazer com que os seus leitores tenham consciência do problema que eles têm e como os seus serviços são a resposta que eles tanto procuravam esse tempo todo.

E, é extremamente interessante você usar tudo o que você tem, afinal, como eu já disse, existem vários tipos de conteúdo. Por isso, sua persona pode ser  atingida por mais de um meio.

Eu, por exemplo, faço lives com vários convidados, todos com muito para ensinar aos meus seguidores, tenho artigos importantíssimos no blog do Grupo DPG e muitas outras coisas.

Dessa forma, você pode – e deve – estar em todos os lugares que seus possíveis clientes estão, porque é com eles que você precisa falar!

E, é claro, não apenas falar, mas convencer de que os seus serviços são os ideias para alavancar os resultados que têm, tirar aquele constante vermelho na conta todo final do mês, otimizar processos sem prejudicar a produtividade… 

É tanta coisa que dá para ficar aqui falando sobre os assuntos que você pode abordar até amanhã! 😂

Mas, então, o que eu quero dizer é que você pode oferecer os seus serviços sem falar “compra aqui”, ainda mais porque você não sabe em que fase do funil o seu leitor está – e é agora que eu vou explicar sobre aquele conteúdo: “o que é e qual a importância”.

Assim como tudo na vida, existe hora e local certos para tudo – e isso não é nada diferente com o marketing contábil de conteúdo.

Então, para definir cada momento do seu lead, existe um funil de vendas!

E seria muito interessante, ainda mais para quem nunca nem ouviu falar disso, imaginar um funil mesmo – afinal, não foi sem motivos que escolheram esse objeto para representar as fases do lead até se tornar cliente.

Bom, vamos lá.

O funil de vendas se divide em três fases – que chamamos de fases do funil -, ou seja, as três etapas que o seu lead percorre até se tornar seu cliente.

Elas são: 

  • topo de funil; 
  • meio de funil; 
  • e boca de funil. 

Eu vou explicar todas para você.

Topo de funil

Aqui, você está oferecendo aqueles conteúdos “o que é e qual a importância de tal assunto para a sua empresa” – mas é claro que por trás da simples informação, esse conteúdo tem uma intenção de vendas – mesmo que bem suave.

Nessa fase, você faz o seu leitor perceber que tem um problema, porque, afinal, ele ainda não tem motivos para te contratar e você precisa abrir os olhos dos leads para problemas que você pode resolver.

Mas, para “colocar o seu peixe na rede”, você precisa conseguir o contato dele de alguma forma – e é aí que os materiais ricos entram.

Como materiais ricos, podemos falar dos eBooks, infográficos, newsletters e outros que já falamos, mas todos eles têm uma coisa em comum: captar o contato do lead.

Funciona como uma moeda de troca… você oferece um material rico, assim, ele pode resolver algum problema que apareceu ou percebeu – pelo seu conteúdo – na empresa e, em troca, ele te oferece algum tipo de contato, mas, geralmente, é o telefone e o e-mail.

Você mesmo já deve ter entrado em um site para resolver uma dúvida e, “coincidentemente”, trombou com um eBook que falava exatamente sobre como resolver o seu problema e, para ter acesso, teve que dar algum contato, certo?

Isso é muito comum e, além disso, é uma forma de entrar em contato com o seu lead sem ser invasivo , “empurrar” a venda para a pessoa que, muitas vezes, nem considerou comprar alguma coisa, ou forçar o contato sem apresentar nenhuma vantagem para o leitor nisso tudo.

Meio de Funil

No Meio de Funil, você já pode ir um pouco mais para a venda em si, mas calma, ainda não é o momento de colocar um botão gigante escrito “compre agora” na cara do leitor, calma que a gente chega lá 😂.

Bom, aqui você já tem o contato da pessoa, mas, ao invés de vender diretamente os seus serviços, é hora de fazer com que o seu lead entenda a ligação entre o problema que ele possui e a solução que a sua empresa oferece – a solução e não a sua empresa propriamente.

É claro que você pode falar da sua empresa, mas é essa ligação a coisa mais importante a se fazer nessa fase – fica com isso na sua cabeça sempre, ok?!

Bora pro próximo?

Boca de Funil 

É a hora que todos esperavam… o momento de “ir com tudo para cima do seu lead” para fazer ele virar o seu cliente.

Mas, calma aí! Não coloca o botão de “compre aqui e agora rápido” que isso é só jogar fora todo o trabalho que você teve até aqui e, olha, não sei você, mas, para mim, é uma trabalheira danada.

Por isso, convença o seu lead que a sua contabilidade é a resposta que ele estava procurando e que você é a solução para o problema que ele estava ciente e já sabia como resolver.

Em outras palavras, use o máximo de persuasão possível para convencer o seu lead e, por fim, ter um cliente quentinho para a sua carteira.

Pode até parecer fácil depois que eu falei, mas você precisa fazer da maneira certa, senão, o seu marketing contábil de conteúdo será mais um no mar da internet.

Presença digital e site contábil – a maior arma do marketing contábil digital!

Eu, como empreendedora, vejo que a contabilidade é uma área muito inexplorada pelo marketing contábil e, por isso, a presença digital é uma coisa que os contadores não se importavam muito.

Mas, é claro, com a crise, tudo mudou – e muito!

As pessoas que ficaram apenas no físico, que não tinham site, redes sociais ou qualquer outra coisa – ou seja, o pessoal da contabilidade tradicional – acabou sofrendo um baque enorme.

É claro, eu sempre alertei todos os contadores sobre a importância do digital, de estar na internet e, ainda mais que isso, a importância de ser encontrado.

E ser encontrado não é mais uma questão “acessória”, que não era tão importante em comparação ao todo, mas de sobrevivência!

Agora, estar no digital é o mínimo, e é o mínimo porque tá todo mundo lá!

O que você precisa é que as pessoas vejam a sua empresa no meio de tantas outras, certo?

Por isso, a presença digital e o marketing contábil são as chaves para separar quem vai ser lembrado pelo seu público na hora da escolha de um serviço e quem nem vai entrar nessa lista.

E eu quero que você entre nessa lista e seja o grande escolhido por todos eles!

Mas, para isso, é necessário trabalho – e muito trabalho.

Não adianta ter só o seu site, nem suas redes sociais – ainda mais se elas tiverem criando teias de aranha porque a última vez que você olhou para elas foi quando você criou suas contas.

Gente, contas no Facebook e no Instagram servem para alguma coisa, não é só criar e abandonar!

E você precisa fazer com que as pessoas vejam isso também, mas ficar parado e deixar as suas contas pegando poeira não é o jeito mais eficaz de fazer isso.

Por isso, você precisa estar lá, fazer que o seu público saiba que você está lá, entende?

Literalmente, estar presente. 

Por isso, mesmo que você não cite diretamente os seus produtos, você fala sobre os problemas e assuntos – pertinentes, é claro – que as pessoas que podem virar suas clientes querem saber.

Vou te dar um exemplo, bem bestinha mesmo, só para você entender que não precisa colocar o botão de “compra aqui agora” na cara do seu lead para ele vir falar com você.

Sua empresa de contabilidade faz um milhão de coisas, presta bilhões de serviços e oferece um trilhão de soluções, então, você pode e deve falar pro seu lead como ele pode resolver aquele e muitos outros problemas que impedem a empresa dele crescer.

Pensa assim: você e seus serviços são a resposta para alguma pergunta que ele tem, então, fala isso para ele, mas aborda o problema – pelo amor de Deus, hein?!

E isso você vai conseguir usando e abusando do marketing contábil de conteúdo que falamos lá atrás, tá?

Mas, então, voltando para presença digital em si, é inevitável não reconhecer que a internet é o lugar para se estar agora.

E não tô falando só de distanciamento social, de crise e pandemia, okay? O digital já era o futuro bem antes de tudo isso acontecer no mundo, essa situação só adiantou um pouquinho o processo todo.

Mas aí fica a questão: como ter a presença digital quando tudo era baseado no presencial?

Bom, infelizmente, agora isso é uma baita corrida contra o tempo, porque se você não tinha nem um site ou uma rede social, vai ter que começar do zero, mesmo enquanto seus concorrentes já estão consolidados no digital.

Calma que isso não é o fim de tudo e você não perdeu sua empresa!

Contudo, você vai ter que correr como um louco atrás desse tempo perdido é batata, gente, não tem outro jeito…

Então, primeiramente, você precisa entender que os tempos são outros e as pessoas estão na internet e, por isso, vai ter que se esforçar para ser visto, porque todo mundo pode achar outras contabilidades com uns cliques de diferença.

E, se quiser clientes de verdade, precisa entender onde você está e como usar todas as ferramentas disponíveis no marketing contábil ao seu favor para captar clientes – e olha, são muitas, hein!

Além de estar na internet e no digital – acho que você já pegou essa parte – e usar o marketing contábil de conteúdo ao seu favor, você precisa se lembrar de uma coisinha: cada meio que você usar é diferente, por isso, é muito importante que você “fale” de um jeito diferente para cada público.

Pensa comigo: você acha que a pessoa que procura uma resposta no facebook e outra que procura nos artigos da internet “falam a mesma língua”? 

Assim, mesmo que seja a mesma pessoa e a pergunta seja exatamente a mesma, todo mundo espera que cada meio use uma linguagem específica, porque ninguém fala formalmente no Instagram ou no Facebook, mas em um artigo de blog é um pouco mais “esperado”, entende?

Você não estranha quando vê um texto pequeno e cheio de emojis no Instagram, mas… isso num blog não seria meio estranho?

Sabemos que, mesmo no blog, você precisa ter uma conversa legal com o seu leitor, porém, como geralmente você está resolvendo um problema, argumentando e um monte de coisa, se você for tão informal quanto em uma publicação do Instagram, o leitor não vai te dar tanto “crédito” assim.

Esse pode ser um exemplo simples, mas mostra como aquela coisa de “cada lugar precisa de um tipo de fala diferente” também funciona na internet.

Por isso, você precisa – precisa mesmo – se adaptar ao digital e seus vários “tipos” de abordagem,  porque isso pode ser decisivo na hora de conquistar ou perder de vez um cliente.

Sendo assim, a presença digital não é só fazer um “textão” no seu blog e postar nas outras redes sociais na esperança que as pessoas leiam e entrem em contato.

Você precisa saber falar a língua de quem tá usando cada rede social e acertar essas pessoas em cheio, mesmo se for falando sobre o mesmo conteúdo.

Vamos voltar no que eu acabei de falar e vamos imaginar que você está no Instagram e vê que uma empresa que você segue postou uma foto com uma legenda enorme, que tem um texto.

Você até pode querer saber sobre o assunto, mas a própria plataforma não foi feita para você ficar lendo textão e, por isso, você rola o feed direto e ignora a publicação.

Mas, vamos imaginar que você vê a mesma coisa, da mesma empresa, do mesmo assunto, mas, ao invés do textão, tem um textinho curto, convidando você a acessar o conteúdo no blog, onde você vai encontrar uma plataforma feita para ler textos mais longos.

O cenário já muda, né?

Eu nem vou falar qual das duas situações é a “certa” e que converte, com certeza você já sabe e vai responder por si mesmo.

Viu? A presença digital vai muito além de ter algo na internet, mas ser visto também – e, é claro, tem jeito certo de conversar com cada público e converter em cada uma das plataformas.

SEO

Aqui é a grande cereja do bolo… você fez tudo o que eu disse antes para, só então, conseguir chegar aqui sem ter que se preocupar com os mais de 200 fatores de análise do Google, por exemplo.

Mas, não esqueça que o marketing contábil não segue uma linha reta… você pode – aliás, deve – fazer boa parte das coisas aqui ao mesmo tempo, menos a definição de público-alvo e persona que fazem parte da etapa de planejamento.

Então, começando pela presença digital, você já pode começar a desenvolver o seu marketing contábil de conteúdo em um site responsivo e aplicar as técnicas de SEO.

Eu não vou poder te falar muito sobre como fazer o SEO porque isso é uma prática um pouco complexa e, diferente dos assuntos anteriores, você vai precisar entender um pouquinho sobre programação, HTML e outros pontos bem específicos.

Mas, o que eu posso te falar é sobre o efeito que o SEO tem pro seu escritório contábil, começando pelo fato de que, sem ele, vai ser impossível você ser encontrado no Google e, consequentemente, todas as demais fases dessa estratégia simples de inbound que eu estou te passando vão ser anuladas.

Sendo assim, a gente pode dizer, realmente, que o SEO é a verdadeira Cereja do Bolo!

Bom, então, agora eu vou explicar para você exatamente o que ele é!

O SEO é basicamente uma ferramenta, é ele quem possibilita que um site seja encontrado no Google ou em qualquer outro mecanismo de busca através de várias modificações feitas no back-end do site, ou seja, na parte de trás, toda aquela que a gente não consegue ver quando acessa.

Mas, é legal dizer, também, que ele se baseia em um serviço vai e vem… engraçado, né?!… isso quer dizer que a gente nunca para de fazer, porque todas as empresas que lutam por um espaço na internet têm essa ferramenta como foco principal. 

Então, nós precisamos estar muito atentos para não perder o ranqueamento e sempre se manter na primeira página do Google. 

O ideal é que você esteja na posição zero, mas nem sempre isso é possível, a não ser que você tenha muito tempo e conhecimento das práticas certas de SEO para garantir esse feito.

Aliás, acho que vale explicar o que é posição zero: ela é o primeiro resultado que aparece no Google. Por exemplo, se você fizer qualquer pesquisa, vai ver que só um dos resultados vai aparecer numa caixa de texto que ocupa quase metade da sua tela do computador ou do celular… ela é o que a gente chama de posição zero!

É possível se manter ali com o Google Ads, mas você precisa entender que essa ferramenta, apesar de garantir a sua visibilidade, não gera muita confiança no cliente (ainda mais se ele souber o que é SEO e para que serve). 

As pesquisas que aparecem com resultado em posição zero são aquelas que seguem à risca cada uma das exigências do algoritmo do Google para ranqueamento: desde a qualidade das informações até a quantidade de palavras-chave contidas em um texto ou página.

Mas, se você está achando que para por aí, pode ter certeza que tá bem enganado. 

A relevância de um site é vista, também, pela sua programação e experiência do usuário. Ou seja, se a sua presença digital é de um site feito numa plataforma que não tenha, no mínimo, a mesma qualidade do WordPress, pode ter certeza que não vai ser possível fazer o SEO da maneira certa e, portanto, mesmo com um site, você vai ter gastado dinheiro à toa. 

Sendo assim, é sempre bom a gente usar a plataforma que eu falei antes – o WordPress – ou o HTML puro que, por si só, já atribui uma certa relevância para página. 

Conclusão

Bom, como você conseguiu ver bem, o marketing contábil é cheio de caminhos e todos são importantes, porque não vai adiantar nada você conseguir seguir tudo o que eu falei e, no fim, não vender para ninguém.

O marketing contábil te ajuda a ganhar mais visibilidade no mercado e, é claro, faz com que o seu prospect tenha vontade de ter o seu serviço, já que você vai se apresentar para ele como o melhor do mercado e vai se posicionar como especialista. 

Mas, a vontade do seu futuro cliente não é nada se você não souber abordar ele e conseguir transformar um desejo em dinheiro para o seu caixa. 

Por isso, se você pretende começar a usar o marketing contábil ao seu favor – o que é, no mínimo, muito importante para ser visto -, passe a estudar a formulação de vendas e estratégias para quebrar objeções, porque falar “não” já é parte dos mecanismos de segurança que a gente tem no cérebro, mesmo que queira muito alguma coisa.

Sendo assim, se você precisar de especialistas em marketing contábil, vem falar comigo! 

Eu tenho uma equipe mais do que preparada para garantir para você e para a sua empresa contábil muito mais resultados do que você pode imaginar que terá!

É só clicar no botão aqui embaixo e falar comigo direto no zap!

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Marta Giove

CEO – Grupo DPG

 

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