Conheça Os Principais Critérios Para Escolher Um Software Jurídico1

Conheça os principais critérios para escolher um software jurídico

Um software jurídico pode ser um poderoso aliado na rotina de um advogado, seja ele trabalhista, tributário, cível ou de outras áreas. Com o auxílio de programas digitais, o profissional pode aumentar sua produtividade e sua taxa de vitórias, com um trabalho que fica mais fácil e eficaz.

Entretanto, não é simples escolher um aplicativo para advogados dentre os disponíveis no mercado.

É importante estabelecer alguns critérios para saber como selecionar o programa ideal para você.

Mas como fazer isso? Para ajudá-lo, listamos 7 critérios que são os mais importantes na hora de selecionar o melhor software jurídico para você ou seu escritório. Siga a leitura para saber quais são!

Analise as funções do software jurídico antes de comprá-lo

Basicamente, existem dois grandes grupos de programas para advogados no mercado: os generalistas e os especializados.

Como o nome indica, os generalistas são aqueles que abordam uma série de funções, indicadas para todos os tipos de advogados. Já os especializados são aplicativos dedicados a uma única tarefa ou a um nicho específico.

Normalmente, os programas generalistas abordam uma série de funções para melhorar a gestão de processos judiciais, atuando como uma espécie de canivete suíço jurídico.

Eles podem, por exemplo, fazer a captura automática de novidades sobre processos de um advogado, usar Inteligência Artificial para sugerir novas tarefas ou preencher automaticamente documentos simples, como um contrato de locação, pensão por morte ou uma petição.

Por causa disso, os generalistas podem atingir muito mais profissionais, ao contrário dos especializados que só suprem uma demanda específica.

É importante, antes de comprar o seu aplicativo para advogado, que você analise as funções que ele executa com muito cuidado, evitando que venha a adquirir um software que não será útil para você.

Veja se o software usa tecnologia avançada

Existem muitos tipos de softwares para advogados. Alguns deles usam tecnologia avançada para elaborar soluções para os profissionais, como é o caso da Inteligência Artificial.

O uso da IA, por exemplo, permite que o software sugira ações para um determinado processo com base em casos semelhantes que foram tratados pelo mesmo escritório.

Entretanto, existem softwares que não usam tecnologia avançada e são apenas soluções simples com um banho de loja. Nesses casos, seria preferível optar por programas gratuitos que fazem as mesmas funções.

Busque saber se o software tem uma interface simples

Todos os programas digitais são compostos de dois elementos: um interno, escondido, e um externo, à mostra.

O lado interno é a programação, as milhares de linhas de código que fazem o programa funcionar. Enquanto usuários, não temos acesso a esse lado.

Já o lado externo é a interface. É por ela que interagimos com o programa. É nela que clicamos em botões ou adicionamos dados para receber uma resposta do software.

Por isso, é importante que o programa jurídico escolhido por você tenha uma interface moderna, intuitiva e de fácil uso. Se não tiver, pouco importa a qualidade das suas funções, pois será difícil de usar o sistema.

Verifique se a empresa oferece suporte técnico ao usuário

Por mais fácil que seja navegar pela interface de um programa, ainda assim existem casos em que se faz necessário um suporte técnico. Afinal, um advogado não é um programador ou especialista em softwares.

Por esse motivo, é essencial que haja uma pesquisa para saber se a empresa que desenvolveu aquele programa tem um bom sistema de assistência técnica e se ajudará o cliente depois que ele adquirir o programa.

Caso não haja, o advogado poderá se ver abandonado em um momento de grande necessidade e sem as ferramentas para resolver o seu problema, uma vez que o assunto não é do seu domínio.

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Peça recomendações de amigos ou conhecidos de confiança

Poucos tipos de marketing são tão eficazes quanto o popular boca a boca. Existe uma razão para isso: nós valorizamos a experiência de pessoas próximas ou de confiança em relação a um produto ou serviço.

Por isso, entre em contato com alguns conhecidos que trabalhem em escritórios de advocacia ou amigos que entendam de programação e sistemas.

Pergunte para eles qual a opinião sobre os softwares que você está pensando em contratar, se eles já testaram, se têm experiência com isso e se recomendam alguma solução.

Assim, você ganhará alguns relatos em primeira mão que ajudarão a formar a sua opinião e facilitar a escolha do programa jurídico que usará no seu escritório.

Investigue se o programa em questão recebeu atualizações

Todo software recebe, eventualmente,  patches corretivos ou de atualizações. Faz parte do mundo digital corrigir problemas ou fazer melhorias nos serviços prestados. Aliás, essa é uma das grandes vantagens de atuar com ferramentas no computador.

O importante, no caso de aplicações jurídicas, é investigar para saber se aquele programa tem falhas conhecidas e se recebeu atualizações ou patches para corrigir esses problemas.

Isso se faz especialmente essencial devido à natureza sensível dos documentos que passam por um escritório de advocacia, seja ele tributário, criminal, cível ou previdenciário.

Por exemplo, um escritório tributário lida com os dados sensíveis de centenas de empresas, desde informações como faturamento, folha de pagamentos e contas bancárias. Essas informações, normalmente, ficam armazenadas em nuvem, protegidas por um software.

Se esse programa tiver falhas conhecidas e sem correção, fica fácil para um hacker acessar os dados sigilosos dos clientes do escritório.

Além disso, se o programa não receber atualizações, ele não irá melhorar para se tornar uma ferramenta cada vez melhor.

Investigue se o software em questão recebe atualizações frequentes e, se não, talvez ele não seja adequado ou protegido para ser usado em seu escritório.

Verifique se o software é feito por uma empresa confiável

Por fim, estude o histórico da empresa que desenvolve o software que você está considerando comprar.

Veja se ela já desenvolveu outras ferramentas, como foi o desempenho nesse caso e qual o histórico dela no mercado onde atua.

É claro que o histórico não garante um software de qualidade, já que grandes empresas podem errar e pequenas marcas podem criar produtos excelentes, mas a reputação ajuda a oferecer solidez e confiança ao adquirir um programa que não se conhece.

Seguindo esses 7 critérios, fica mais fácil comprar um bom software jurídico para o seu escritório. Basta fazer uma pesquisa para levantar todas as opções no mercado e filtrá-las até encontrar a mais interessante.

Se este artigo foi útil para você, aproveite e deixe um comentário com a sua opinião sobre programas jurídicos. Já teve alguma experiência com um software assim? Conte para a gente!

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